Sobre

Um dos maiores filósofos de todos os tempos é Santo Agostinho. Durante toda sua vida, este meditou sobre a sua natureza e sobre a sua identidade (tanto na vida dissoluta como nos anos que se seguem à sua conversão ao cristianismo). Como resultado de suas reflexões, percebe no interior de sua alma a dualidade. Esta seria uma percepção que dilaceraria o espírito de qualquer pessoa menos preparada, e com menos fé, mas este não era o caso de Santo Agostinho…

Obra clássica da literatura universal, Solilóquios é um texto autobiográfico onde Agostinho desafia a sua dualidade de modo a seguir rumo ao objetivo de receber de Deus a iluminação necessária para a compreensão de seu papel na Terra. Neste caminho, o bispo de Hipona utiliza-se da razão para encontrar respostas relativas ao entendimento de sua natureza dual.

Soliloquiar é falar só; é dialogar com a própria alma. É introspecção de quem – com a ajuda de Deus – encara a si mesmo e se confronta em busca de respostas. Portanto, neste espaço pretendo publicar meus solilóquios: Reflexões de uma alma redimida, mas ainda errante. São os devaneios de um santo pecador… Santo entre os pecadores e pecador entre os santos.

“Porque estás abatida, oh minha alma? E porque te perturbas dentro de mim?”

Salmos 42.5

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